300 À MILANESA |
Os 300 dias por Milão, o Master de New Media Design, os aperittivi, as cores, as pedras, os prédios, as lambretas, as pessoas falando com as mãos... |
Voltamos no bar do post daqui de baixo. Jogamos, demos duro mas perdemos :(
mas tudo bem, conhecemos o acervo de cervejas artesanais do lugar. Que noite, minha gente, que noite.
“Deus criou o alimento. O diabo, o condimento.” está colado no teto de um dos butecos mais parecidos com os brasileiros que eu já vi por aqui.
Descobri o lugar voltando de bicicleta pra casa num daqueles dia de calor milanês que pelo visto não voltam nunca mais. Na verdade só me interessei pelo lugar porque eu ouvi AC/CD tocando lá dentro, e se um bar tem a moral de tocar Angus Young eu tenho a obrigação de prestigiá-lo.
Entrando eu descobri uma mesa de pebolim, um jogador profissional de pebolim, um relógio parado às 9h03, as mesas forradas com páginas da Divina Comédia e esse ditado.
Volto lá qq dia pra provar que meus anos de ECA serviram pra jogar pebolim decentemente.
O frio de Milano. na época em que o meu pé quebrado não me deixava sair de casa.
Tive que ver as nevascas do quarto.
A fé na Basílica de S. Pedro.
Vaticano
Nesse cinema das antigas fui ver um filme 3D
Os países baixos me mostraram de cara uma coisa que eu já tinha percebido da primeira vez que estive lá: inglês é a língua oficial, de vez em quando eles falam holandês.
Impressionante como qualquer pessoa, qualquer mesmo, fala inglês melhor do que quase todos os brasileiros que eu conheço. Culpa de uma política educacional inteligente que obriga todas as escolas a terem inglês em sua grade e eficiente a ponto de fazer com que as crianças aprendam. (Ah, normalmente eles também apredem alemão). Outra coisa interessante é que nenhum programa para não-ccrianças é dublado, eles passam no audio original com legendas em holandês.
“Daí ninguém tem desculpa pra não aprender” me disse uma holandesa.
Hahahaha. Imagina a cena acontecer no Brasa: eu e uma amiga entramos no meio de uma conversa de uns 7 holandeses, todos resmungando aquelas coisas indecifráveis e ela diz que eu só sei falar inglês. Todos, com a maior naturalidade do mundo, continuam a conversa em inglês.
Bom, fui pra lá ver a outra metade dos pptrutas na europa. Gostei demais, hospitalidade brasuca com direito a gafe minha numa manhã de sábado frio.